quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

~ Sinestesia (I)

Ouvir o meu nome repetidas vezes pode me deixar brava, mas também pode fazer com que eu me sinta uma adolescente no auge dos hormônios; os que me conhecem sabem o quanto eu detesto ouvir essas seis letras – cinco se considerar que o som mudo do H – da boca de qualquer um. Não é à toa que me apresento como Lena, é menos informal, mas também menos íntimo; me passa a impressão que quem se dirige a mim não me conhece direito, e talvez realmente não conheça.

Há quem diga que é parar no tempo, mas eu prefiro as músicas antigas, ou aquelas que não são novas aos meus ouvidos, aquelas que me fazem lembrar de fatos, datas, pessoas ou mesmo uma época. Já houve a época do Skank com sua Balada do Amor Inabalável; a época do Vento do Jota Quest que, para fazer jus ao nome passou ligeira, mas deixou tantas marcas; a época de Andar na Linha com o Johnny Cash, sempre há a época do Voltei, Recife do Alceu Valença, não importa se passem seis meses ou um ano, ela sempre vai retornar. Mais recentemente, A Letra A do Nando, que está presente em quase todos os nomes, Lena, Tamires, Vieira, Vanessa e também em Travar. Recentemente posso falar da Dança com o Diabo ao som de Breaking Benjamin e do medo que ela tenha me feito Don’t Speak com No Doubt. Sempre há aquela vontade de Hoje eu quero sair só e os Dois Olhos Negros de Lenine e que hoje, a Marisa Monte Não vá Embora e o Cachorro Grande me faça agir Sinceramente.

E a todos vocês: Have a Nice Day! ;D

2 comentários:

Vieira Neto disse...

A Letra A, é sinceramente a melhor!
hauahauhauaha

Perfection Through Silence disse...

Shall we dance with the devil tonight?