segunda-feira, 26 de novembro de 2007

~ Poesia perdida

Acorrentado as amarras da ignorância
Perdeu o ritmo de seu belo cântico
Abandonou a rosa, que lenta adormecia
Moribunda, no leito no último romântico

Velhos poemas deixados para trás
Na companhia de outros contos
Foram escritos sem finais
Aumentando a pilha dos prontos

Dentro do pequeno recinto
A caneta repousa ainda com tinta
Ao lado da garrafa de Absinto

Em seu leito o poeta chora
Pelos protagonistas sem destino
Não há nada mais a ser feito agora

3 comentários:

Hyato disse...

Um protagonista sem destina se prepara para uma jornada infinita, ainda adormecida na mente do poeta

Hyato disse...

destino*

Guilherme disse...

cuidado =o protagonistas personagens e contos perdidos todos vão para uma terra, dos sonhos perdidos, a medida que não tem mais espaço eliminados da mente, não crie autobiografia e desista no meio, porque sua mente vai estar no meio de personagens descartados furiosos ohhh \o\